Doenças

Doença de Still: os sintomas que costumam aparecer primeiro

A condição inflamatória rara provoca febre alta e dores articulares. Conheça os primeiros sinais de alerta do corpo

Descubra os primeiros sintomas da Doença de Still - Foto: Shutterstock

A Doença de Still é uma condição inflamatória rara. Ela afeta o sistema imunológico de forma sistêmica. A doença pode surgir em crianças e também em adultos.

O quadro causa inflamação em diversas partes do corpo. Por ser rara, ela costuma ser confundida com infecções. O diagnóstico precoce é fundamental para controlar as crises.

Os primeiros sinais de alerta do corpo

Os sintomas iniciais aparecem de forma súbita na rotina. Eles costumam variar de intensidade entre os pacientes. Confira os principais sinais que costumam surgir primeiro:

1. Febre alta e diária

A febre acima de 39 graus é um sinal clássico. Ela costuma aparecer no fim da tarde ou à noite. Os picos febris diários duram semanas sem causa aparente.

2. Manchas rosadas na pele

Erupções na pele surgem junto com os picos de febre. As manchas rosadas afetam o tronco, braços e pernas. Elas costumam desaparecer rapidamente quando a temperatura corporal baixa.

3. Dor intensa de garganta

A dor de garganta severa é um sintoma muito precoce. Muitas pessoas confundem esse sinal com uma faringite comum. Porém, o incômodo persistente não melhora com antibióticos tradicionais.

4. Dores e inchaço nas articulações

As articulações ficam muito doloridas, quentes e inflamadas. Os joelhos, punhos e tornozelos são os mais afetados. A rigidez articular costuma piorar no período da manhã.

5. Dores musculares e fadiga

O paciente sente um cansaço extremo e fraqueza muscular. A fadiga intensa prejudica a realização de tarefas rotineiras. O mal-estar geral costuma ser bastante debilitante.

Como é feito o diagnóstico médico?

Não existe um exame de sangue específico para a doença. O médico reumatologista avalia o histórico clínico do paciente. Exames laboratoriais ajudam a descartar outras infecções e leucemias.

Marcadores inflamatórios altos no sangue reforçam a suspeita clínica. O ultrassom e o raio-X avaliam os danos nas articulações.

Qual é o tratamento indicado?

O tratamento busca controlar a inflamação e aliviar as dores. O uso de anti-inflamatórios e corticoides é muito comum. Em casos mais graves, o médico indica medicamentos imunossupressores.

O acompanhamento médico regular garante uma boa qualidade de vida. Com o tratamento correto, o paciente consegue controlar a doença.

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