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Antidepressivos podem afetar a libido? Veja 7 dicas para lidar com isso

Medicamentos psiquiátricos costumam reduzir o desejo sexual. Saiba como contornar a questão

Imagem de uma pessoa segurando o lençol da cama
Entenda a relação entre antidepressivos e libido - Foto: Shutterstock

Cuidar da saúde mental é o primeiro passo para o bem-estar. Os antidepressivos são ferramentas fundamentais para tratar depressão e ansiedade.

Porém, essas medicações costumam trazer um efeito colateral bastante incômodo. Muitos pacientes relatam uma queda drástica na sua libido diária.

anorgasmia também é uma queixa muito frequente nos consultórios. Esse quadro indica uma dificuldade persistente para atingir o orgasmo.

Remédios como fluoxetina, sertralina e escitalopram favorecem bastante essa questão. Eles aumentam a serotonina no cérebro, contudo, essa alteração química pode reduzir a excitação sexual natural.

Impacto das substâncias no corpo

Especialistas analisam esse cenário com bastante atenção clínica nos consultórios. Profissionais apontam que o problema afeta 40% dos usuários diários.

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Os sintomas comuns incluem falta de lubrificação e a anorgasmia. Também há relatos de dificuldade de ereção e retardo ejaculatório. Para os psiquiatras, o mecanismo causal desse problema é complexo.

Tudo está ligado ao bloqueio de importantes neurotransmissores corporais. A alta da serotonina inibe a dopamina e a noradrenalina.

Associações médicas fazem importantes ressalvas sobre o tratamento clínico atual. Especialistas reforçam que a repercussão do remédio varia por pessoa. Os psiquiatras lembram que conflitos conjugais também agravam esse cenário.

Como voltar a ter libido? Veja 7 dicas

1. Não suspenda o medicamento

Suspender o tratamento nunca é a saída indicada pelos médicos. Especialistas alertam que interromper a medicação piora o quadro depressivo. Com isso, a falta de desejo sexual pode virar crônica.

2. Descubra a causa real

É vital investigar o problema de uma forma bastante abrangente. Médicos ressaltam que o estresse diário também prejudica o desejo. Um endocrinologista deve investigar possíveis desequilíbrios hormonais associados ao quadro.

3. Ajuste a dosagem com o médico

Uma simples redução da dose diária já melhora o desempenho. Existem remédios que agem como antídotos para esses efeitos colaterais. Profissionais citam outras formulações como excelentes opções de uso clínico.

Médicos explicam que algumas medicações atuais não interferem na libido. Toda troca deve ser avaliada diretamente pelo seu psiquiatra responsável.

4. Mantenha bons hábitos de vida

Dormir bem e comer com qualidade ajuda a reduzir os sintomas. A atividade física regular aumenta a produção da nossa testosterona. Isso traz uma resposta sexual muito melhor durante as relações.

5. Considere fazer sessões de terapia

Questões difíceis no trabalho afetam diretamente a vida sexual do paciente. O desinteresse pode vir de um grave problema conjugal totalmente ignorado. Relatar os sintomas a um psicólogo é uma ótima saída.

6. Reduza urgentemente o tempo de tela

Profissionais avaliam que a dependência online prejudica muito o desejo. O consumo excessivo de pornografia substitui rapidamente a nossa vida real. Isso transfere o foco do prazer apenas para o estímulo visual.

7. Relaxe e aproveite mais a intimidade

A relação sexual deve acontecer com total conexão afetiva entre o casal. A cobrança exaustiva pela performance perfeita precisa ser deixada de lado. Beijos e preliminares longas reduzem bastante a ansiedade do momento.

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